Um case hipertensivo

Um case hipertensivo

A incompatibilidade de conhecimentos e a incompatibilidade de aparelhos circulatórios e respiratórios. As sensações organolépticas diferentes.

PDF 818

 

A incompatibilidade (diferença) de conhecimentos já é o suficiente para uma incompatibilidade entre indivíduos. Somando-se a diferença de aparelhos respiratórios, as diferenças podem aumentar, como sentir um cheiro, que não incomoda o outro pela não evolução do seu aparelho respiratório e olfatório. A insensibilidade de uma organolepsia até pode evoluir uma outra, para reduzir problemas de sua interação com o meio.

 

A vida, os indivíduos e o planeta são evolutivos. Ainda que se acredite unicamente no criacionismo, a vida é evolutiva, tem suas parcelas de evolucionismo. O desejo do crente, e do cristão, é chegar junto a Deus por meio de uma evolução na Terra. Darwin estabeleceu uma teoria, ainda que possa não ser completa, a evolução das espécies, sob o ponto de vista da biologia. O homem acadêmico e civilizado, ainda não teve tempo e histórico anotado, para observar e analisar sua própria evolução, ao longo de um tempo.

 

O ser humano evolui à medida que avança para uma idade. Pode ter sua aparência alterada, sua pele e aparência sofrem ações do tempo, mas aumentam seus conhecimentos. Um conhecimento não explícito, arquivado em algum lugar do cérebro, supostamente. Aumentam as proporções visíveis, como o crescimento e o aumento do corpo; aumenta o seu conhecimento dos conteúdos que podem ser oferecidos em uma escola ou mesmo em livros;  e aumenta o conhecimento do que acontece à sua volta. E de um mesmo modo pode apurar e aumentar suas sensibilidades organolépticas. O tamanho de uma pessoa (corpo), já criam situações diferentes, pelo volume e superfície da pele, que alguns autores consideram como um órgão. Capacidade torácica e pulmonar. Há diversos dispositivos sob a derme e epiderme, que detectam as condições do ambiente.

 

E aquele que por alguma razão foi acometido de alergias e hipersensibilidade gustativas e olfativas, durante a vida, pode ter a evolução das suas sensibilidades organolépticas comprometidas ao longo do tempo de vida. Como alguém que por uma boa parte da vida não sentiu gosto ou cheiro, a medida que recupera as possibilidades de sentir gostos ou cheiros, pode muito bem não ter suas células sensitivas chegarem a sensibilidade que poderiam ter chegado, em um determinado momento da vida, cumprindo uma missão evolutiva. Estaria com o organismo defasado em relação a idade cronológica.

 

Por falta de conhecimentos, digamos de uma fisiologia do corpo humano, as pessoas com limitações de cheiros e aromas, além de uma incompatibilidade de conhecimento, podem ter uma incompatibilidade de sensações gustativas e olfativas, com um outro elemento (um ser) que teve suas sensações mais apuradas e um conhecimento aumentado. Pode ter usado maiores oportunidades de sentir gostos e cheiros. É a evolução da espécie. A interminável evolução daquele  que entendemos até o momento, como ser humano.

 

A culinária de cada região é produto do sociedade ali estabelecida, E a gastronomia é o resultado de um conhecimento, com um somatório de técnicas e temperos; de gostos e cheiros. A gastronomia  seria então o top do conhecimento. Sendo necessário ao bom gastrônomo conhecer, alimentos tempos e safras; técnicas e temperos; modos digestivos e critérios de degustação. Cheiros e gostos apreciados e incomodativos.

 

O criacionismo começa com a possibilidade de comer todos os frutos de um jardim, exceto um um fruto localizado no meio do citado jardim. E se Adão e Eva participavam de uma aula de anatomia, o fruto no centro, entre duas árvores, seria o coração, localizado entre as árvores pulmonares. E ali seria o principal local de algum conhecimento, que não deveria ser conhecido. Sob a ótica dos orientais temos os chakras. E o cardíaco é um dos principais, sem menosprezar os outros. É o chakra da frente, em contado direto com o do outro.

 

Pois bem, voltemos ao CASE. A fumaça provinda de um cano de descarga pode influenciar ou não em pessoas diferentes. O que pode ser incomodativo para um, pode não ser incomodativo para outro, com sensibilidades comprometidas, uma observação a partir da química e do comportamento dos gases, na física do ambiente; como uma varanda ou garagem e um fluxo de movimentação de ar e de ventos. O gestos de um motorista que posiciona erroneamente o escapamento, de um automóvel, pode incomodar a um e não incomodar a outro, um olhar de sensibilidade e de comportamento. Uns podem se incomodar com o gesto do motorista, enquanto outros podem deixar o gesto passar como não percebido, tentativa de não se incomodar, através de uma submissão de gestos e comportamentos. E até criticar o outro que sentiu-se incomodado atribuindo-lhe uma falha de comportamento. Afirmando que é um sujeito muito crítico, não consegue viver em sociedade. Enxergar e criticar o que não deveria ser criticado e enxergado. E chegamos a fisiologia.

 

A fisiologia corporal ensina a interrelação dos aparelhos circulatório e respiratório. Trabalham em cooperação simultânea. A falta de oxigênio acelera o ritmo respiratório, com a necessidade de ar, exigindo um trabalho intenso dos pulmões, que por sua vez altera o ritmo cardíaco, aumentando a pressão arterial. A atividade intensa no coração e nas artérias e veias; aumentando o fluxo sanguíneo de ida e de volta.  Uma pressão arterial aumentada, sem a necessidade de usar aparelhos e manômetros para ser detectada e confirmada. Muitos podem conhecer seu organismo e conseguir detectar um aumento de P.A. E com a auto detecção procurar revertê-la.

 

22/01/2017

 

Texto em:

http://montekkurama.blogspot.com.br/2017/01/um-case-hipertensivo.html

 

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QAP PAPA MIKE NOVEMBER… SIERRA CHARLES; SIERRA SIERRA

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QAP PAPA MIKE NOVEMBER…

SIERRA CHARLES; SIERRA SIERRA

A sala de crise da prefeitura de Natal/RN,

não consegue funcionar como sala de situação

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PDF 817

A sala de crise da prefeitura de Natal/RN, não serve e não consegue funcionar como sala de situação. Decisões são tomadas sem observar o que acontece do lado de fora, em seus atuais momentos. O comportamento da sociedade civil organizada vem dando um by pass nas reuniões da prefeitura, e os líderes reunidos ficam em OFF. Faltam teorias e observações de comportamentos, no mundo do lado de fora. Não se decide a cidade com portas e janelas fechadas. A cidade não é estática, é frenética e mutante.

Com portas fechadas se reúnem lideranças: PAPA MIKE, PAPA CHARLIE; GOLF MIKE; SIERRA SIERRA; SIERRA TANGO TANGO UNIFORM; SIERRAs, ROMEUs e ALFAmarelinhos. Aguardam a chegada das FFAA, para que tudo volte as calmas. Traçam…

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Komunikologia dos alimentos

Komunikologia dos alimentos. PDF 307

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A ciência existe por estar baseada em duvidas e explicações. E começa suas investigações a partir de suspeitas e empirismos. Coleta dados, analisa e chega a conclusões.
Os cães, principalmente aqueles que vivem em ambientes com uma vegetação próxima, tem por hábito procurar comer algumas folhas de capim, ou similares, quando algum alimento o faz passar mal. Até mesmo um envenenamento o fará procurar ingerir vegetais fibrosos. As fibras e outros elementos contidos no vegetal, vão de alguma maneira revolucionar seu estomago e todo o trato digestivo, facilitando a saída do alimento indigesto e nocivo, por ação de vômitos e diarreias. O tempo e as quantidades de ingestão, entre o envenenamento e o elemento fibroso determinarão os resultados finais do processo digestivo.
O hábito dos gatos promoverem o seu asseio por meio de lambidas, diariamente, por todo o corpo, acaba por levar pelos para o seu sistema digestivo. E periodicamente procuram vegetais em terreno baldios, para ingerir. Provocando uma regurgitação dos pelos contidos em seu estomago, evitando problemas futuros.
Dos hábitos animais observados podemos levantar algumas hipóteses entre cães e gatos. Animais a princípio carnívoros, e suas razões em procurar vegetais para adicionar a sua dieta diária: ou aprendem os benefícios dos alimentos vegetais por experiências próprias ou aprendem por um aprendizado de linguagens entre eles, ainda não detectado pelo homem e pela ciência.
Enquanto o homem e a ciência não determinam uma prova concreta, sobre o conhecimento dos animais, fica uma justificativa de ser um ato instintivo. Talvez uma komunicologia sem textos e sem palavras, explicita por gestos e olhares; ou até quem sabe um conhecimento inscrito em seu DNA, uma herança genética aprendida por gerações anteriores.
Os grupos humanos que hoje ainda vivem em locais afastados das cidades, e com recursos farmacêuticos escassos, transmitem e trocam seus conhecimentos com trocas de informações verbais e gestuais, adquiridas aqui ou ali, por experiência própria ou por conhecimento, de um fato acontecido com outros seres semelhantes. Usam e abusam de seus recursos terapêuticos da flora, não tão escassos quanto os farmacêuticos oriundos de laboratórios. A natureza oferece uma farmácia ao seu dispor e alcance. Conhecimentos familiares transmitidos entre gerações determinam propriedades terapêuticas, com a ingestão de determinadas ervas e alimentos. Conhecimentos tribais atravessam gerações, como um ato cultural de um povo.
O homem ao longo de sua trajetória histórica foi adquirindo conhecimentos de forma empírica. Experiências de uns e de outros, com resultados desejados e alcançados. Com o advindo da ciência e suas experiências, pode confirmar as razões ocultas nas respostas orgânicas, obtidas pela ingestão de um ou de outro alimento, em determinadas condições patológicas do paciente.
Além de determinar os agentes e princípios ativos presentes nos alimentos utilizados como agentes de melhoras, pode também identificar semelhanças entre os alimentos e a anatomia interna do corpo. Antes de conhecer uma anatomia interna, o homem já estava em contatos com alimentos que de um modo, ou de outro,
facilitavam as melhoras de determinada parte do organismo. As formas que iria encontrar investigando uma anatomia interna, já eram conhecidas. Sem, no entanto, poder afirmar, suas formas e indicações, até que provas laboratoriais comprovassem sua eficácia. A visão da ciência pondo em duvida o empirismo, e procurando elementos para uma confirmação.
A vida moderna, a evolução da sociedade; e a própria sociedade de consumo escolheu e indicou, determinou alguns alimentos como sendo as bases alimentares, de povos e grupos de pessoas. Sejam eles escolhidos por um sabor mais apreciado pela maioria das populações; sejam eles escolhidos pela facilidade de produção, ou mesmo escolhidos pela facilidade de estoques e comercialização. Garantindo uma sobrevivência entre as safras.
O numero de alimentos de origem vegetal, com objetivos alimentares e terapêuticos comprovados é extenso. Dentre eles alguns são mais consumidos e mais fáceis de serem encontrados. Nestes produtos mais encontrados e mais consumidos, podemos verificar algumas semelhanças, com partes internas do corpo humano, onde podem promover benefícios.
E assim podemos identificar uma semelhança das uvas com as células sanguíneas, de formas arredondadas ou ovaladas para uma melhor circulação em um meio fluido circulando por veias e artérias. Uvas variando entre cores e nomes de brancas a vermelhas, para glóbulos brancos e glóbulos vermelhos. A cor do tomate lembrando o sangue, e suas câmaras internas lembrando as cavidades do coração. Indicam uma semelhança com o órgão, que já tem como indicativo benéfico o consumo de tomates.
A noz muito consumida na época de Natal tem em sua casca, uma semelhança com o cérebro, e quando partida ainda pode mostrar a separação entre os hemisférios cerebrais. A semelhança entre os feijões e os rins. Couve flor e brócolis lembram a arvore pulmonar com brônquios e alvéolos.
Na medicina fitoterápica, temos a espinheira santa como benéfica das patologias da coluna; e o quebra-pedras, que nasce entre pedras, como indicativo para pedras nos rins. Na planta denominada vulgarmente de comigo-ninguém-pode, fica clara a ideia de ter toxinas e ser um veneno.
Aqui foram citados alguns exemplos, muitos outros podem ser encontrados. E a natureza sempre chegou com mensagens ocultas, antes das comprovações da ciência.
Natal/RN 23/12/14
Texto disponível em:

http://www.publikador.com/receitas/maracaja/2014/12/komunikologia-dos-alimentos/
http://komunikologie.blogspot.com.br/2014/12/komunikologia-dos-alimentos.html
http://sobregestaodoconhecimento.blogspot.com.br/2014/12/komunikologia-dosalimentos.html

150º aniversário de Mikao Usui

150º aniversário de Mikao Usui
PDF 448

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“E esteve o diluvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as aguas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra” (Genesis). Noé ficou cerca de quarenta dias com chuvas, retido e enclausurado em uma arca, com sua família e seus animais de criação, aqueles que se apresentaram para embarcar na arca, antes da chuva anunciada. Uma outra quantidade de dias foi necessária para que as aguas baixassem, e pudessem desembarcar. A Bíblia não especifica os animais, fala de reses e aves, répteis e etc. E seria mais provável serem animais da sua criação (ou animais conhecidos até aquele momento), tal como o fato de Gilgamesh.
Com certeza na arca havia um espaço de recolhimento, para um tempo de recolhimento e privação de Noé. Só o tempo lhe traria resultados, a arca estava construída, ocupada e flutuando, restando apenas aguardar a tempestade passar. Uma solução citada e exemplificada para outras tempestades. O homem do campo atual, tem na Bíblia um aprendizado, de proteger das chuvas e das enchentes, os seus animais.
E passou por uma situação bastante semelhante o fato citado em Gilgamesh, com diversos animais (inclusive os selvagens, estão como citados), tal como Noé. Com uma intensa chuva e um navio em forma de cubo. Durante seis ou sete dias passou embarcado Utnapistim, que desembarcou com família e parentes, mais as sementes de toda criação (primeiro milênio a.C.) A história épica mais antiga de Atrahasis (1635 a.C.). Pássaros foram soltos também.
Moisés esteve em travessia no deserto por quarenta anos. Vivenciou pragas que assolaram o Egito, e estabeleceu leis, baseado em visões e aparições. Jesus Cristo vagou no deserto por quarenta dias. Vivenciou provações, e estabeleceu regras de compreensão e comportamento. Encaminhou um povo a uma terra prometida, tal como Noé e Moisés. A medicina estabeleceu uma quarentena, como tempo de observação de pessoas que estiveram em regiões contaminadas, tendo uma possibilidade de contaminação.
Tanto Noé como Moises, abriram os caminhos para seu povo, cada qual em um tempo, e de acordo com seus saberes e conhecimentos. Como almirante ou general guiaram um povo em caminhos sobre a aguas ou sobre as terras. Guiaram a um local seguro, com objetivos
de criação e repovoamento, um retorno a terra. Jesus se comprometeu com os caminhos dos céus, como um brigadeiro, sugerindo retornos, com orações e olhares.
A vivencia e a experiência vivida por Noé serviu de conhecimento para criadores abrigarem seus animais diante uma chuva anunciada. As vivencias de Moisés serviram de base para as leis dos advogados, com o início dos códigos jurídicos. Além de ser um símbolo de resgate, o retorno a terra prometida, ou o retorno as terras de origem.
Jesus depois de sua reclusão no deserto, voltou com notícias para o seu povo, notícias que eram dadas a quem encontrasse em seu caminho. Ensinou a dividir o pão e o peixe. Estabeleceu um mito e uma religião. A cruz teve uma grande importância para a ciência, influenciando Descartes, na confecção de um eixo, onde pontos são marcados, definindo estatísticas e trajetórias. Nos mapas, os pontos de interseção das linhas (latitude e longitude), definem as localizações. E outras tantas invenções foram baseadas na cruz.
A religião inspirada no Cristo, que partiu de ROMA, aguardando o seu retorno, AMOR. E tal como Noé e Moisés conduziu um povo para um local seguro. Tudo de acordo com um tempo, cada um com seus instrumentos e argumentos. A quarentena serviu como referencial de um tempo para observação de acometidos por uma possível contaminação, e uma enfermidade. O tempo de incubação.
E Mikao Usui também teve o seu tempo, de recolhimento e reclusão, fez um retiro para uma meditação. Um tempo que lhe trouxe novas notícias, anunciada por uma luz, que se chocou com sua testa. No dia 15 de agosto de 2015, data da passagem do 150º ano de nascimento de Mikao Usui (1865 –  1926), podemos relembrar alguns relatos de sua história.
Dr. Usui foi um monge budista que criou, fundou, ou intuiu a técnica do Reiki. Pesquisas dão conta que o Reiki antecede a Mikao Usui. Mas Usui é considerado como o fundador do Reiki, quando foram arregimentados os sinais e os símbolos, o uso e o conhecimento. E a partir de seus conhecimentos, é que o Reiki foi amplamente difundido e divulgado, com penetração e difusão no mundo ocidental. A partir de Mikao Usui que aconteceu uma difusão mundial do Reiki, saindo do Japão e chegando a outros continentes. O Havaí foi o ponto de interseção do Reiki entre o oriente e o ocidente. Mikao Usui não seguiu uma visão cartesiana, inspirou-se nas suas visões e intuições.
Ainda que algumas seitas, religiões ou filosofias não admitam uma convivência, uma parceria, com o Reiki, Mikao Usui não fez distinções, sobre seitas ou religiões. Pesquisou em seitas, países e continentes, sem distinção. Estava em busca de respostas. A sua história no Reiki, começa com a busca de respostas de situações contidas em outra religião, como a cura com as mãos praticadas por Jesus. Usui partiu em busca de explicações de citações e passagens bíblicas.
A história tradicional do Reiki dá conta que Mikao Usui saiu em busca de respostas sobre as curas realizadas por Jesus, com o uso das mãos. Questionado por seus alunos, Usui viajou e pesquisou sobre o assunto, em busca de respostas. Jesus disse “Tudo que eu fiz, vocês podem fazer”. A experiência de Usui tem servido como um conhecimento para a Nova Era. João 13:15 – dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós façais.
São Patrício (São Paddy) ficou famoso por ter feito vários milagres, e de um deles criou-se uma lenda, gerando um dilema entre verdade, milagre ou lenda. Conta-se que durante um
jejum de quarenta dias no alto de um morro, foi atacado por uma cobra. Resolveu então perseguir todas as cobras que encontrasse em seu caminho. E justifica-se por este ato a não existência de cobras na Irlanda. Há uma explicação científica, que remete a era glacial, talvez ao diluvio, já que ali foi um lugar onde as cobras não conseguiram chegar. http://www.megacurioso.com.br/animais/69569-voce-sabe-por-que-e-que-nao-existem-cobras-na-irlanda.htm
Mikao Usui ao retornar de sua vigília, um retiro em uma montanha, deu uma topada em uma pedra causando um ferimento, e com suas próprias mãos promoveu assim a auto cura. Em seu retorno chegou em uma taverna, e exagerou na comida depois de um tempo em jejum, sem se sentir ofendido (linguagem regional, no Nordeste, quando uma comida faz mal, provocando um mal-estar). Uma atendente da taberna tinha uma dor de dente e Usui reduziu sua dor. Retornando ao seu monastério, encontrou o abade adoentado. Demostrou sua novidade, e amenizou as dores do abade.
Dos aqui citados; Noé, Moisés, Jesus e Utnapistim; Mikao Usui e São Patrício, sem importar a religião, seita ou continente, cada um teve um tempo de meditação e uma conclusão. Viveram os desertos, seus isolamentos e suas meditações. O exemplo para que se possa entender que cada um tem seu período de reclusão e ascensão, para então fazer seus milagres. Mikao Usui chegou como um participante da Nova Era, com a popularização de seu conhecimento.
15 de agosto de 2015 150º aniversário de Mikao Usui Dia Internacional do Reiki

Roberto Cardoso (Maracajá) Reiki Master & Karuna Reiki Master 
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Texto disponível em: http://www.publikador.com/filosofia/maracaja/2015/08/150o-aniversario-de-mikao-usui/ http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/2015/08/150-aniversario-de-mikao-usui.html http://robertocardoso.blogspot.com.br/2015/08/150-aniversario-de-mikao-usui.html
Outros textos: http://www.publikador.com/author/maracaja/ http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=173422 http://www.publikador.com/author/rcardoso277/ http://www.informaticaemrevista.com.br/

Os sinais enviados pelo céu

Os sinais enviados pelo céu – PDF 309

os-sinais-enviados-pelo-ceu

Astrologia, astronomia, e aeronáutica; cosmologia e uranografia, um conhecimento Universal. As grandes respostas sempre vieram do céu e continuam a chegar do céu. Enquanto o povo de Israel estava acampado no deserto, o Senhor instruiu Moisés para construir um templo. Noé recebeu um aviso do céu e construiu uma arca. A arca de Noé e o templo de Moisés foram construídos com tamanhos e especificações orientadas por mensagens que vieram do céu.
O céu sempre serviu como pano de fundo para homens, poetas e profetas, em um misto de homens e deuses. Planos e panos foram orientados pelo céu. Dos panos dos templos e das tendas; aos planos de construções, de templos, altares e tendas. Arcas para uma navegação ou flutuação e arcas de oratórios e conhecimentos.
O homem como um animal inteligente e pensante, posiciona-se sobre duas pernas, baseado e firmado sobre seus pés, e estende seus braços e mãos para o céu, sempre em busca de respostas para aumentar um conhecimento. Abre seus braços como uma intenção e desejo de voar, e se libertar. Abriu os braços e voou como um avião, e com um avião, dos seus braços construiu asas, com as próprias mãos.
O conhecimento varia e aumenta com o tempo. Os professores escrevem conteúdos sobre o quadro negro ou a lousa, com uma caligrafia criando formas e círculos, que vez por outra vão em direção ao céu. Letras, números e símbolos sobre um plano. Com bastões de madeira ou metal, apontaram para um conhecimento sobre o plano celestial, coberto de símbolos e estrelas, diante de alunos que desejavam um conhecimento.
O quadro negro e a lousa foram substituídos por imagens luminosas sobre um plano de pano, ou o plano de uma parede. Bastões de madeira e metal foram substituídos
por bastões de luz. Dentro de espaço escuro, lembrando uma caverna sem luz, novos conhecimentos e novos planos são demonstrados por raios de luz, emitidos por um ser oculto na sala escura, onde apenas a sua voz é percebida. Um novo mestre em um novo tempo, dentro de um novo templo de conhecimento. Um ato lembrando Platão com seu mito da caverna, e o olhar daqueles que estão na caverna escura interpretando o que acontece nas sombras projetadas nas paredes da caverna. Panos fazem uma cortina de separação entre o publico e o palco. Tal como nos templos do deserto, entre o povo e o altar. Este ser oculto no meio da escuridão, em determinado momento falará: “acenda a luz!”, e a luz será acesa. E então os presentes poderão suas duvidas retirar. Tal como Deus tirou as duvidas de Abraão.
Os egípcios construíram pirâmides que apontavam para o céu. Matemáticos chegaram à descrever formulas geométricas pelas sombras das pirâmides, formadas e projetadas por uma iluminação que vinha do céu. Calcularam distancias e tamanhos das pirâmides, da Lua e das estrelas, por uma geometria comparativa, observado o que acontece na Terra e projetando suas ideias no espaço.
Navegadores dos séculos passados lançaram-se ao mar em busca de lugares desconhecidos, orientando-se pelo Sol durante o dia, e pelas estrelas durante a noite. Conteúdo e informações de conhecimentos inscritos e escritos no céu, que vez por outra poderiam estar coberto por um pano de nuvens, brancas ou escuras. Identificou formas no céu, para um melhor reconhecimento dentre uma infinidade de estrelas, podendo observar movimentos e alterações ao longo do tempo, das imagens espalhadas no céu. Imagens celestes pelos homens imaginadas e interpretadas: doze tribos em Israel, doze apóstolos, dozes meses, doze signos e doze constelações. Uma dúzia de ideias e símbolos diferentes.
O sertanejo conduz sua criação e sua plantação baseado em orientações que caem e chegam do céu. Sinais de umidade depois de determinadas noites, indicam ao sertanejo como serão invernos de chuvas e verões de secas. Comportamentos de aves e insetos, durante seus voos e sobrevoos, podem dar indicativos das condições do tempo nas próximas horas ou dos próximos dias.
Previsões meteorológicas são baseadas em imagens de satélites, as imagens que vem do céu. Mapas de estradas e mapas das cidades são montados com imagens que chegam do céu, por outros satélites. Pequenas imagens vão sendo montadas formando um mosaico que ao final poderá ser montada e vista como uma única imagem.
Criações e plantações dependem de uma complicada e sistemática organização de estudos e sistemas oriundos do céu. Dependem de acontecimentos que acontecem e são provindos do céu. Sistemas pluviométricos com sínteses e fotossínteses dependem de luzes e combinações químicas organizadas no céu. Antigos dividiram o espaço denominado de céu, um espaço acima de nossas cabeças, dividido em diversos céus.
Presidentes, governadores e prefeitos, dirigem e controlam países, estados e cidades com imagens vindas e fotografadas a partir de um determinado ponto do céu. Imagens e informações que podem ser captadas por telefones, computadores e antenas, que captam sinais espalhados pelo céu. Administradores públicos movimentam-se em pequenas distancias, em helicópteros que cruzam o céu.
Grandes pensadores, palestrantes e conferencistas chegam a outros locais, com suas ideias e conhecimentos, por aterrissagens de aviões que atravessaram os céus. Aviões que atravessaram e cruzaram sobre cidades, estados e países baseados em informações de mapas e radares que controlam os espaços aéreos, no céu.
O arquivo de dados de hoje cada vez mais são computados e arquivados em nuvens. Informações, e conhecimentos estão arquivados no céu, em supostas nuvens. Steve Jobs reviveu a o símbolo da maçã e o conhecimento em nuvens.
Uma nova vinda de Jesus, como fonte de conhecimento, já foi descrita que voltaria sobre nuvens, e todos teriam acesso aos seus conhecimentos. As nuvens de conhecimentos estão disponíveis ao acesso de todos, com equipamentos que cabem no bolso e nas mãos, cada um pode ter na mão, a chave e a senha para o conhecimento.

RN 27/12/14
Texto também disponível em:
http://www.publikador.com/filosofia/maracaja/2014/12/os-sinais-enviados-pelo-ceu/
http://flyrc277.blogspot.com.br/2014/12/os-sinais-enviados-pelo-ceu.html
http://sobregestaodoconhecimento.blogspot.com.br/2014/12/os-sinais-enviados-peloceu.html